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Tudo o que você precisa saber sobre multas de condomínio

A aplicação de multa é uma das ferramentas que o síndico dispõe para garantir que as regras do condomínio sejam cumpridas. Usadas quando as advertências já não surtem efeito, as multas costumam ser o resultado de certos comportamentos inapropriados, como fazer muito barulho em horários inadequados ou danificar as áreas comuns.

É na convenção do condomínio que estão estipulados os tipos de infrações e os valores a serem cobrados, bem como a gravidade de cada ato, já que um morador que coloca em risco a segurança de outros, por exemplo, infringe uma regra mais rigorosa do que aquele que faz mau uso do salão de festas.

O valor da multa varia de acordo com a gravidade da ocorrência e a quantidade de infrações cometidas, porém, de acordo com o artigo 1.336 do Código Civil Brasileiro, há um limite para esse valor, que não pode ser superior a cinco vezes o valor das contribuições mensais do morador. Vale lembrar que a multa deve iniciar com um valor mais baixo, para que possa ser aumentada em caso de reincidência.

Caso o condômino considere a multa injusta ou abusiva, ele tem o direito de recorrer, estando isto previsto na convenção ou não. Nesses casos, é preciso conferir se a multa foi dada seguindo as normas estipuladas na convenção, juntar provas que de sua inocência e entrar em contato com o síndico, pessoalmente ou por carta.

O direito de defesa deve ser realizado em reunião de condomínio, na presença da assembleia geral. Se o acusado tiver razão, os condôminos presentes poderão cancelar a aplicação da multa.

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Segurança

Como deixar o playground mais seguro para as crianças

Para famílias com filhos, o playground é uma das áreas mais importantes do condomínio, afinal, além do lazer, é um ótimo momento para socializar com outras crianças e pais. Mas de quem é a responsabilidade caso alguém se machuque no parquinho? O comprometimento com os filhos é inteiramente dos pais, porém, se o acidente for causado por falta de manutenção nos brinquedos, o condomínio pode sim ser responsabilizado.

Para evitar os machucados, o síndico deve cuidar da segurança do playground. Separamos algumas dicas de como deixar o playground mais seguro para as crianças, confira:

Piso emborrachado ou de grama sintética

Crianças gostam de correr e pular, por isso, um piso que evite machucados nas quedas é fundamental. Dê preferência ao EVA ou a grama sintética, ao invés de lajotas, por exemplo. Areia também é uma opção.

Brinquedos de plástico, com pontas arredondadas

Alguns brinquedos podem ser feitos de madeira, o que pode facilitar um acidente caso haja uma farpa, ponta aguda ou rachadura. Por isso, prefira brinquedos de plástico.

Sinalização de idade mínima e máxima permitida nos brinquedos

Dependendo da altura dos brinquedos, é recomendável que o condomínio sinalize a idade mínima para frequentar o parquinho sem o acompanhamento de um responsável. A partir dos seis ou sete anos, a criança já se torna mais responsável e tende a correr menos riscos. A idade máxima também ajuda a evitar acidentes entre os usuários, que normalmente é estabelecida em 12 ou 13 anos.

Manutenção mensal do parquinho

Para manter a segurança do playground, é necessário verificar as instalações mensalmente para se assegurar que não há nada quebrado, rachado ou perigoso.

Interdição em caso de obras ou reformas

Em caso de obras no parquinho ou em volta, interditar o playground ajuda a evitar acidentes mais graves, já que peças de construção podem cair no espaço das crianças, como pregos e pedaços de entulho. Depois das obras, realize uma limpeza e cuidados no local.

Cuidado com as outras áreas comuns

Outras áreas de lazer comum do condomínio também precisam de cuidados especiais: grades em volta da piscina, proteção nos ralos e pisos antiderrapantes ajudam a prevenir acidentes graves.

Saiba mais notícias e dicas em nosso blog.

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Dia a Dia

Grupo de WhatsApp com os moradores pode dar certo?

Comunicar-se com os moradores pode se tornar uma tarefa difícil para os síndicos, afinal, nem sempre uma carta ou comunicado são eficientes. Uma das opções para tornar o contato mais simples e direto é usar a tecnologia como aliada, mas será que um grupo de WhatsApp com os condôminos pode dar certo? Separamos algumas dicas para fazer esse método funcionar:

Crie um grupo especial com os moradores no aplicativo

Nem todos os moradores do condomínio precisam estar presentes no grupo, basta escolher um representante de cada unidade. Deixe claro que o objetivo do grupo é a comunicação e a transmissão de recados oficiais do condomínio.

Estabeleça regras de comunicação

Instrua os participantes a não enviarem mensagens que não sejam de interesse geral do condomínio, como memes, receitas, fotos e correntes. É fundamental estabelecer regras para que o canal não vire uma bagunça.

Use o português formal e uma linguagem objetiva

Mesmo via internet, o português usado para escrever as mensagens deve ser sempre o mais claro possível, sem gírias e abreviações que possam causar mal-entendidos.

Para saber mais sobre administração de condomínios, entre em contato conosco.